perigos e consequências

  • Conduz ao sobreaquecimento e rebentamento
  • Perda de controlo e manobrabilidade do veículo
  • Aumento do consumo de combustível
  • Desgaste prematuro e redução do tempo de vida útil do pneu

Segundo um estudo realizado pela Prevenção Rodoviária Portuguesa, cerca de 50% dos veículos analisados circulavam com uma diferença de pressão, face ao recomendado pelo fabricante, superior a 10%:

  • 39,4% circulavam com diferenças entre os 10% e os 29%
  • 10,2% desses veículos registavam uma diferença superior a 30%
Gama Heavy Duty - Gráfico PRP_1_leg
Gama Heavy Duty - Gráfico PRP_2_leg

Outro indicador analisado no estudo – a periodicidade de verificação da pressão dos pneus – revelou que em mais de 50% dos veículos a frequência desta verificação também é muito superior ao recomendado, existindo até casos extremos de verificações semestrais ou anuais.

Ao combinarmos estes dois indicadores, percebemos facilmente as condições de perigo em que circulam, durante milhares de quilómetros, uma elevadíssima percentagem de veículos nas estradas portuguesas.

A RAC Foundation (Royal Automobile Club, Reino Unido) publicou também indicadores importantes relativamente às consequências de utilização de pneus com pressão incorreta:

20% de pressão abaixo do recomendado pode reduzir a duração do pneu em 30%
20% de pressão abaixo do recomendado aumenta o consumo em pelo menos 3%

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