Segundo um estudo realizado pela Prevenção Rodoviária Portuguesa, cerca de 50% dos veículos analisados circulavam com uma diferença de pressão, face ao recomendado pelo fabricante, superior a 10%:
- 39,4% circulavam com diferenças entre os 10% e os 29%
- 10,2% desses veículos registavam uma diferença superior a 30%